Talvez eu tenha andado sensibilizada demais. As vezes a gente não para pra reparar as belezas que existem ao nosso redor. Ontem ao voltar da faculdade, deparei-me com uma lua imensa a minha frente que ao sair do automático que a rotina da vida nos impõe, eu fiquei desconjuntada diante daquele monumento, e senti que o tempo passa, tudo passa, mas deixamos de viver as pequenas coisas da vida e que isso sim é que faz algum sentido.
Hoje o vento bateu diferente. E hoje eu despertei.
Um bom dia pra ficar debaixo de um bloco tomando um vinho ao lado de uma boa companhia.
sexta-feira, agosto 11, 2006
"Eu escrevo sem esperança de que
o que eu escrevo altere qualquer
coisa. Não altera em nada...
Porque no fundo a gente não está
querendo alterar as coisas. A gente
está querendo desabrochar de um
modo ou de outro...''
(Clarice Lispector)
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